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Lendo sobre o Mercado! Isso vai dar certo?

Economia?

Todo mundo sabe que não sou um investidor de sucesso (basta ver que ainda não fiquei milionário), mas gosto de tentar entender como o mercado funciona. Faço analisando diversas opiniões publicadas em tablóides sobre o assunto (principalmente sobre o mercado de ações). E, se é assim, porque não escrever um pouco sobre isso? Com certeza vai manter as minhas noites ocupadas e espero proporcionar um pouco de feedback sobre as minhas erradas opiniões... (não estou sendo modesto, na verdade digo erradas porque ainda não consegui acertar)

Sem mais delongas...

... existe um novo artigo no site do InfoMoney intitulado "O que comprar e o que vender na bolsa em 2014, de acordo com gestor" que apresenta opiniões acerca do que pode acontecer no mercado acionário no ano de 2014 pelo Mendes (Walter Mendes).

Basicamente o autor defende que a economia vai se manter estagnada (crescendo míseros 2%), mas a inflação vai continuar alta. O que isto quer dizer? Os consumidores vão perder poder de compra (não importa se a compra for de produto nacional ou internacional, principalmente frente a alta do dólar devido a crescente recuperação do mercado americano).

Com as pessoas comprando menos, Mendes defende que empresas de varejo (como a Renner, o Magazine Luíza etc) apresentem, se apresentarem, pequenos crescimentos em seus faturamentos. Não tornando o ramo de varejo um bom investimento. Tudo bem, eu sempre achei que não fosse (questão de opinião).

O crescimento vai ficar moderado também no setor de telefonia (principalmente porque não há nada que apresente-se como impulsionador no setor). Hoje estou comprado na Telefônica (VIVT4). Não vou sair. Eu gosto da operadora e é a que utilizo hoje em dia. Falando como consumidor, é o melhor 4G no Ceará.

Mas... Também tem coisa boa. Já entendi que o papel de um bom investidor é achar o lado que sai ganhando (sempre alguém sai ganhando). Neste caso, quem será? Ora, se a economia fica lenta aqui e rápida fora, o segredo é entrar junto com quem vende para fora. Positivo para quem exporta.
“As companhias exportadoras - como do setor de Papel & Celulose - bem como companhias que tem os preços de seus produtos referenciados no exterior - como as do setor Siderúrgico e de Alimentos (incluindo frigoríficos) – cujo consumo não depende de crédito e nem crescimento econômico, são as que mais devem se beneficiar”, explicou [Mendes].
Pessoalmente eu gosto de uma empresa no ramo de Papel & Celulose: a Suzano (SUZB5). Tenho como o papel com a menor participação na carteira, mas vou passar a prestar mais atenção. A lógica foi esta: se o mercado externo fica mais forte e o Brasil mais desacelera, fica mais fácil comprar do Brasil.

Extra! Por curiosidade, existe uma variável chamada VPA. Basicamente pega-se o patrimônio líquido da empresa e divide-se pela quantidade de ações. Isto vai se dar um valor de X. Isto é o VPA (Valor Por Ação). Se este X estiver menor que o preço do papel na bolsa, então é um ponto favorável para a ação (isto quer dizer que ela esta desvalorizada, pelo menos neste ponto). E esta notícia lista a nossa SUZB5 como uma destas. :)

Não sei como a notícia poderia impactar no setor de energia, por isto continuo de boa com a GETI4 (AES).

[1] Link para o artigo do gestor Walter Mendes: http://www.infomoney.com.br/onde-investir/acoes/noticia/3114712/que-comprar-que-vender-bolsa-2014-acordo-com-gestor

[2] Site da Suzano: http://www.suzano.com.br/portal/suzano-papel-e-celulose.htm

[3] Segunda notícia contendo o VPA http://www.infomoney.com.br/onde-investir/acoes/noticia/3097124/acoes-ibovespa-custam-menos-que-valor-patrimonial-vale-pena-comprar

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