Passei um tempo sem escrever só para constatar que, sim, férias são necessárias. Todo mundo precisa de férias! E digo isto não porque estou, oficialmente, entrando de férias de meu emprego atual, mas porque pude constatar que acabei caindo em um erro que faz parte da natureza humana: querer conquistar tudo, mas em nada de tempo.
O problema é que já conseguiram vender a ideia de que a vida é curta! Que nenhum momento pode ser desperdiçado e que a cada nova batida do coração o tempo vai ficando cada vez mais raro. “Eu não posso perder tempo” sempre foi um dos meus lemas prediletos. E, se você associar a isto uma meta audaciosa como a conquista do primeiro milhão, bingo, você descobriu a entrada de um labirinto muito difícil de sair: a vida em curto prazo!
No livro “Os Segredos da Mente Milionária”, Harv Eker acabou descrevendo o meu modo de ver a vida: “Por pensar sempre no curto prazo, eu me desviava do rumo quando aparecia uma boa oportunidade ou me desinteressava quando as coisas iam mal.”
Eu tinha o norte (que é o conhecimento do que realmente se quer), mas não sabia (e ainda não sei) como chegar lá (para ampliar os horizontes você precisa caminhar por caminhos nos quais nunca caminhou, certo?).
O meu problema é que, por não ver resultados em pouco tempo, acabava ficando com medo de ter pego o caminho errado. Voltava então para o canto de onde tinha saído e tentava encontrar um outro caminho. E o pior, marcava o primeiro caminho como falso (apesar de não ter tentado segui-lo até o final).
Se quero mostrar uma coisa com esse post é: vez ou outra, tire férias de seus objetivos. Não pense tanto no curto prazo. Se conseguiu ver uma oportunidade de caminho, transforme a finalização desta trilha em seu objetivo de curto prazo e não se desvie desta até ter chegado ao ponto onde tinha previsto ir.
Não fuja, vale mais a pena chegar ao fim e ver quer errou por pouco do que desistir e nunca saber até onde poderia ter chegado!
Enfim, tire férias. Mesmo que seja de cinco minutos entre um trabalho e outro (leia mais aqui).
O livro citado é este:
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